Curso de Food Design (2017)

Confira a agenda dos cursos de food design com o chef Ripp Cozzela:

Curso de FOOD DESIGN (8 horas)

Rio de Janeiro – Food Design
26 e 27 de agosto 2017

São Paulo – Food Design
Dia 02 de setembro 2017

Curitiba – Food Design
Dia 16 de setembro 2017

Belo Horizonte – Food Design
Dia 23 de setembro 2017

Mais informações na pagina Facebook do Ripp ou [email protected]

Curso de Gastronomia (10 sugestões para aprender a cozinhar “de verdade”)

Quer seguir um curso de gastronomia, que ensine desde o mais básico até os pratos mais elaborados? Informe-se e transforme-se em um verdadeiro chef de cozinha! Eis a nossa lista de 10 lugares por onde começar e procurar uma vaga.

  1. IGA – Instituto Gastronômico das Américas tem uma rede em toda América Latina e em vários pontos do Brasil. Oferece diversos cursos de Gastronomia e Alta Cozinha; Confeitaria Profissional; Cursos Rápidos e para os pequenos “Cozinheirinhos”. Promove  o InterIGA, um evento internacional de gastronomia que reúne cerca de 2.000 alunos da IGA em uma competição de nível de estudantes, sendo a maior e mais importante que tem lugar na América latina, tanto pela competição e qualidade da mesma.
  2. Na ASSESC os acadêmicos estudam a história e a cultura de diversas etnias e suas contribuições para o campo da gastronomia; as técnicas e padrões da cozinha internacional; a gestão empresarial do setor; aprendem a receber, decorar, planejar e organizar eventos e, sem dúvida, aprendem a arte da boa mesa! O futuro gastrônomo formado poderá atuar como empreendedor do seu próprio negócio, bem como em cozinhas, salões e bares; na gestão empresarial; em consultorias e em pesquisas. Durante todo o curso, com duração de 3 anos e meio, os alunos promovem vários eventos gastronômicos, para aprimorar a prática e interagir com profissionais da área.
  3. O Espaço Gourmet é presente em Ponta Grossa, Joinville, Londrina e Ribeirão Preto, e oferece Cursos Rápidos; Master Chef, Chef de Cuisine (completo  e modular); Treinamentos e Cursos no Exterior.
  4. O Centro Europeu possui um moderno Centro de Gastronomia com uma sede gourmet dotada de modernas cozinhas didáticas com e avançados equipamentos à disposição dos alunos. A escola faz parte da AREGALA Asociación de Restauradores Gastronómicos de Las Americas. O Curso de Chef de Cuisine e Restaurateur do Centro Europeu recebe alunos de todo o Brasil e do exterior.
  5. Na UFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco, o Bacharelado em Gastronomia capacita profissionais para gerenciar, operacionalizar e criar atividades relacionadas ao setor de alimentos e bebidas. O bacharel em Gastronomia terá suporte de conhecimentos em bioquímica dos alimentos, química dos alimentos, microbiologia de alimentos entre outros voltados às diversas culinárias, higiene e segurança alimentar. O profissional poderá prestar assessoria e consultoria gastronômica e atuar em empreendimentos da área gastronômica como: restaurantes de hotéis; hospitais ou de outros tipos de especialidades; buffets; resorts e parques de lazer; empresas de serviços alimentícios (congelados, fast foods, alimentação industrial); catering (empresas de fornecimento de refeições para linhas aéreas); hospitais; cozinhas de navios.
  6. Habilitação Curso de Gastronomia / Curso Seqüencial de Cozinheiro Chef: Internacional e Pâtissier da Universidade do Vale do Itajaí tem 5 estrelas no Guia do Estudante. O curso de Gastronomia possibilita ao profissional egresso duas titulações: a primeira, obtida após 4 semestres, capacita o egresso ao planejamento e a operacionalização da produção em cozinhas, padarias e confeitarias comerciais. A ênfase é do ensino prático e das bases do planejamento e da rentabilidade operacional. O diploma conferido é o de “Cozinheiro Chef Internacional e Pâtissier”. Ao final desses quatro semestres o aluno poderá concluir o Bacharelado em Gastronomia cursando mais 3 semestres.
  7. Do Curso Básico Iniciante ao Curso de Capacitação para Chef de Cozinha, a Escola de Culinária e Gastronomia Nicolau Rosa transmite aos alunos noções básicas de culinária com preparo de saladas, molhos, massas, além de abordar assuntos como higiene, arrumação de mesas e segurança na cozinha.
  8. Com inúmeras opções, o Instituto Avançado de Gastronomia Brasil Chef oferece cursos especializados, como “Sushiman Profissional”, “Técnicas de Sushi e Sashimi”, “Gastronomia Árabe”, “Curso Pastas e Molhos”, “Macarons Gourmet” e o “Workshop hamburguer dos Chefs”.
  9. A Gastromotiva investe na formação de jovens de baixa renda, aumentando o número de turmas anualmente e criando outros projetos que buscam impactar as comunidades como um todo, além de eventos e palestras que contribuem para a divulgação do Movimento da Gastronomia Social. O Curso de Capacitação é o prato principal da Gastromotiva: ele transforma a vida de inúmeros jovens de 18 a 35 anos, cuja renda familiar é de até 3 salários mínimos, e que são apaixonados por cozinha.
  10. Enfim, para quem quiser se aventurar com a educação à distancia, pode tentar os cursos on-line do site  Ensino & Conhecimento: com um ambiente virtual interativo, vídeos em alta definição, acesso a documentos e suporte dos conteúdos com os próprios autores. O sistema funciona como a concessão de uso dos materiais por tempo determinado, ou seja, ao adquirir um determinado conteúdo você está adquirindo a concessão do mesmo para estudo e apropriação de novos conhecimentos. Os períodos para aprendizado são determinados pelos professores, levando em consideração o tempo necessário para que o usuário tenha plena condição de acessar os conteúdos diversas vezes, com muita tranquilidade e flexibilidade, ou seja, você pode ver e rever as aulas quantas vezes desejar ou for necessário dentro do período de concessão. Entre as vantagens de fazer um curso online, estão o acesso aos conteúdos no momento em que for mais apropriado 24 horas por dia; em qualquer computador, tablet ou smartphone ligado à internet em qualquer lugar no mundo, seja de sua casa, trabalho, escola lan-houses, cyber cafés, etc.; flexibilidade no ritmo de estudo. A desvantagem é que…. é tudo virtual.

E você, o que está procurando ?

 

Anvisa proíbe venda de lote de água mineral (ago/2014)

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União proíbe a distribuição e a comercialização, em todo o território nacional, do Lote 32966047S1 (validade: 23/10/2014) do produto Água Mineral Natural da marca São Lourenço, produzido pela Empresa Nestlé Waters Brasil – Bebidas e Alimentos Ltda.

De acordo com o texto, laudo emitido pelo Instituto Adolfo Lutz identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa acima do limite estabelecido na legislação sanitária no lote. A resolução entra em vigor nesta sexta-feira.

Segundo o Departamento de Química da Universidade de São Paulo (USP), a bactéria atinge principalmente os pulmões de pessoas que apresentam imunidade baixa.

Em nota, a empresa diz ter suspendido a distribuição e comercialização do lote e garante a qualidade de seus produtos. Veja o comunicado na íntegra:

Em relação à resolução da Anvisa publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União, a Nestlé Waters informa que desde que recebeu o primeiro contato da autoridade sanitária, em fevereiro de 2014, informando sobre alteração de parâmetro no lote 32966047S1 da Água São Lourenço Natural Sem Gás 300 ml, produzido em outubro de 2013, tomou a decisão de suspender imediatamente a distribuição e comercialização do referido lote. A medida foi tomada ainda que controles internos, confirmados por análises realizadas em laboratório certificado pelo Inmetro, em diversas amostras do mesmo lote, não tivessem apontado nenhuma desconformidade com a legislação vigente.

A empresa reitera que a segurança e a qualidade de seus produtos são prioridades inegociáveis, razão pela qual adota rígidos padrões e controles em todas as etapas dos processos de fabricação.

Para o esclarecimento de dúvidas ou informação adicional, a empresa coloca à disposição dos consumidores os canais do Serviço Nestlé ao Consumidor e o telefone 0800-979-1819“.

Fonte: ZH/Agência Brasil

BRASIL APRENDE A BEBER ESPUMANTE E VALORIZA O PRODUTO “FEITO EM CASA”

Em dez anos, a produção da bebida cresceu mais de 300% no país. Vinícolas apostam em tecnologia para abastecer um mercado de consumidores sedentos pela fermentação nacional.

A primeira surpresa quando se toma um espumante produzido no Brasil vem do paladar. O sabor, normalmente leve e fresco, cumpre bem o papel de um vinho dessa categoria. A segunda, possivelmente, será seu cérebro confuso – ainda na primeira taça – não lá pelo final da garrafa, quando qualquer confusão já é de se esperar. O levantar de sobrancelhas é fatalmente precedido pela pergunta: Mas é brasileiro?

Sim. O país da cachaça anda desbravando outros mercados etílicos e não é de hoje. Há algumas décadas descobriu-se que a região sul do Brasil tem solo e clima propícios para a produção de espumante. Calor na medida, chuva abundante e relevo irregular tornam algumas cidades do Rio Grande do Sul, estado que faz fronteira com a Argentina, grandes produtoras dessa festejada bebida. “Na década de 1970, com a chegada de empresas como a Chandon no Brasil, descobriram que o terroir brasileiro era bom para a produção de espumante”, explica o diretor-superintendente da Miolo, Adriano Miolo. “Hoje, trabalhamos para que todos os bares e restaurantes comercializem a bebida, para que beber espumante faça parte do dia a dia e não apenas de comemorações especiais”, diz.

Esse trabalho tem rendido bons frutos. De acordo com o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), as vendas de espumante cresceram exponencialmente na última década. Enquanto em 2002, o consumo de espumante nacional foi de 4,2 milhões de litros, em 2012 esse número saltou para 14,7 milhões de litros. Entre os estados que mais compram a bebida, São Paulo lidera, representando 28% do mercado.

Além do investimento das vinícolas em tecnologia, da geografia e da meteorologia, que tratam bem as uvas, outro fator também está a favor do consumidor na hora de abrir um espumante. “O nosso clima não favorece o vinho tinto. Como abrir uma garrafa de vinho tinto nesse verão? Está fazendo uns 34 graus lá fora!”, diz a nutricionista e sommelier, Erika Mesquita, do Triângulo Mineiro, no Estado de Minas Gerais, na região sudeste do Brasil. Com a forcinha que o clima pode dar, as produtoras de vinho perceberam, na virada do milênio, que havia um nicho a ser explorado. “Foi nessa época que todo mundo saiu para comprar algum espumante para brindar o reveillon, já que não sabiam se o mundo ia acabar ou não”, brinca a diretora-executiva da vinícola Salton, Luciana Salton.
O clima ajuda, mas os especialistas concordam que o brasileiro está mais aberto para experimentar outras bebidas – além da cerveja -, e com mais dinheiro para gastar. “Há uma certa incorporação do espumante no consumo. Antes era bebida de festa, agora não”, explica Salton. E as vinícolas já sabem bem desse novo hábito do brasileiro. Por isso, hoje, mais de 50 produtoras fazem espumante no Brasil. Não é para menos que mais de 70% dos espumantes consumidos no país são made in Brazil. Preocupada em abastecer esse mercado cada vez mais sedento, a Salton, maior vinícola de espumantes do país, prevê que a produção de borbulhas neste ano alcance oito milhões de garrafas.

E, a cada ano, o espumante brasileiro recebe pontuações e boas críticas de experts da bebida em todo o mundo. Recentemente, o Vale dos Vinhedos, localizado na Serra Gaúcha, entre os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, recebeu o selo de Denominação de Origem, o que significa que os vinhos produzidos nessa região devem obedecer a regras específicas em relação à plantação da uva e elaboração do vinho, além de valorizar as peculiaridades da região. Para se ter uma ideia, o champagne, produzido na região de Champagne, na França, só leva este nome porque também tem um selo de Denominação de Origem.
O espumante brasileiro, a cada taça, avança como uma bebida mais reconhecida e peculiar. Inclusive no exterior. No ano passado, 18,7% da produção nacional foi para o mercado externo, o equivalente a 172 000 litros. Em 2011, a exportação tinha representado 12,7% da produção local, o que comprova que não só os brasileiros se deleitam com a bebida nacional.

“Como o espumante brasileiro ganhou vários prêmios na França, ele está em paridade com os vinhos franceses”, compara o sommelier Frank Bischoff, que ao longo de seis anos trabalhando em uma loja de vinhos de São Paulo, viu a oferta de espumantes nacionais crescer 60% nas prateleiras.“Os críticos de vinho estão falando muito lá fora sobre o espumante brasileiro. Existe o champagne da França, o prosseco da Itália e a Cava da Espanha, mas faltava algo novo, algo do novo mundo, e o Brasil chega para tomar esse espaço”, explica a supervisora de importação da Aurora, Rosana Pasini. No que depender do consumo cada dia maior, os produtores podem colocar o espumante para gelar.

Fonte: Materia de Marina Rossi, para o El Pais.